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Para muitos, é uma grande surpresa descobrir que os seguidores de Jesus Cristo são chamados de “cristãos” apenas três vezes na Bíblia. Claro, sabemos que tanto as palavras ‘cristão’ como ‘discípulo’ implicam relacionamento com Jesus. Mas, por que “discípulo radical”? Para John Stott, a resposta é óbvia. “Existem diferentes níveis de comprometimento na comunidade cristã. O próprio Jesus ilustra isso ao explicar o que aconteceu com as sementes na Parábola do Semeador (Mt 13.3-23). A diferença está no tipo de solo que as recebeu. A semente semeada em solo rochoso ‘não tinha raiz’”. Evitamos o discipulado radical sendo seletivos: escolhemos as áreas nas quais o compromisso nos convém e ficamos distantes daquelas nas quais nosso envolvimento nos custará muito. No entanto, como discípulos não temos esse direito.
Conhecido no mundo inteiro como teólogo, escritor e evangelista, John Stott é autor de mais de quarenta livros, traduzido em dezenas de idiomas, incluindo a série O Cristão Contemporâneo, A Vida em Cristo, Salmos Favoritos, A Bíblia Toda, o Ano Todo, Por Que Sou Cristão, Cristianismo Básico, Para Entender a Bíblia, As Controvérsias de Jesus, Como Ser Cristão, Desafios da Liderança Cristã, Cristianismo Equilibrado, O Discípulo Radical e a série Lendo a Bíblia com John Stott. John Stott foi pastor emérito da All Souls Church, em Londres, e fundador do London Institute for Contemporary Christianity. Foi indicado pela revista Time como uma das cem personalidades mais influentes do mundo.